Aquelas marcas que ficam

July 6, 2014 at 4:16pm


Neste domingo de julho, o único som que ouço é de crianças brincando e cada toque do meu teclado. Quem foi escolhido por Deus para escrever, até quando descansa, seu pensamento está nas letras. Tenho muito orgulho de ter uma notícia maravilhosa! Meus primeiros escritos e publicados, aos treze anos de idade, existem! Tenho agora o telefone e o endereço da filha do dono da Gráfica que publicou minhas palavras tão simples... Não vejo a hora de ir até sua casa!
 
De outro lado, olhando os meus livros, escolhidos com toda sensibilidade que guardo comigo, encontrei um, neste dia em que, dois anos passados, perdemos nossa mãe (minha Mom) Jo Ann para Deus.
 
"As marcas da alma" foi escrito por um rabino e estudioso da Cabala. Nascido nos Estados Unidos, Marc Gafni mora em Jerusalém, é reitor do Centro de Estudos Culturais Melitz e dá palestras em Israel, Europa e também na terra onde nasceu. Como sempre, tiramos grandes lições de nossos avós. Com ele não foi diferente; encheu-se de marcas. Eu quero partilhar um pedaço do seu brilhante livro.
 
Da parte dele
Para respostas imediatas:
- Diga o nome das cinco pessoas mais ricas do mundo.
- Diga o nome dos cinco últimos vencedores do Prêmio Nobel.
- Diga o nome dos doze últimos ganhadores do Oscar.
 
Da minha parte
Para pensar e responder:
- Quando foi a última vez que você ajudou um mendigo "real"?
- Diga o sobrenome de pelo menos cinco sobrenomes de pessoas que são seus vizinhos.
- Fale quando foi a última vez que sentiu inveja de alguém (Certamente vai dizer que não sente inveja!)
- Diga o nome de dez professores e dez colegas de escola e o que estão fazendo no presente.
 
E assim, vemos claramente, conforme o mestre nos fala, a verdade vem, sem ter pena de nenhum de nós. Nós nos esquecemos daqueles que foram manchete no passado. Lembramos por algum tempo e logo deixamos de aplaudir. Os troféus e as homenagens perdem o brilho em poucos dias. As honrarias e os prêmios são levados para onde formos, depois que nosso corpo-máquina parar de funcionar. 
 
Ninguém tem que sair por aí sem aplaudir as grandes realizações e as alegrias do agora. É necessário, porém, jogar algumas gotas de vaidade e egocentrismo nas ondas do mar. O melhor sentimento é aquele que é espontâneo e que vem de dentro. Levamos conosco as lembranças que ficam arquivadas em nosso pensamento e, quando melhores e mais significativas, melhor nos sentiremos.
 
Viva a Vida!
 
Sunny L
 
 
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